6º ICUMAM LAB SERÁ REALIZADO ONLINE, DE 6 A 17 DE JULHO DE 2020

Ciente das recomendações do Governo do Estado de Goiás, do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a contenção da disseminação do novo coronavírus, o Icumam Cultural e Instituto realiza, pela primeira vez em sua história em formato online, o 6º Icumam Lab. Nove projetos audiovisuais do Centro-Oeste – três longas-metragens ficcionais, três documentais e três séries – serão desenvolvidos, de 6 a 17 de julho, em um laboratório de formação vertical. Diretores e produtores dos projetos terão consultoria e assessoria individual e coletiva de profissionais renomados em diferentes segmentos da economia audiovisual para, ao final, apresentarem o resultado do desenvolvimento em sessões de pitching. O público em geral poderá acompanhar as palestras abertas previstas na programação (ministrantes e datas serão divulgados em breve). 

A realização é do Icumam Cultural e Instituto, apresentação do Fundo de Arte e Cultura de Goiás através do Governo do Estado de Goiás e apoios do BrLab, Mistika, DOT Cine, C/as4atro e Vermelho Filmes.

Tutores e projetos – Nesta edição online, cinco projetos audiovisuais do Distrito Federal, dois de Goiás e dois do Mato Grosso do Sul serão acompanhados pelos tutores Beth Formaggini (documentarista, produtora e pesquisadora); Juliana Rojas e Leonardo Mecchi (produtores), Mariana Brasil (produtora); Thiago Dottori (roteirista), Rafael Sampaio (produtor) e Fernanda De Capua (produtora e consultora de pitching). 

Participam do 6º Icumam Lab os projetos Aviso (GO), do diretor Tiago Vieira e produtora Ana Paula Rabelo; Ouro Verde S.A (DF), do diretor André Carvalheira e produtor Alisson Machado; e Sangue do Meu Sangue (DF), da diretora Rafaela Camelo e produtora Daniela Marinho (longas-metragens de ficção); Ao Sul do Sol (MS), do diretor Rodolfo Ikeda e produtor Joel Pizzini; F de Fake (DF), do diretor Gabriel Marinho e produtora Carolina Villalobos; e Obazuka: a missão (GO), do diretor Kaco Olímpio e produtora Flávia Ferreira (longas-metragens documentais); e as séries de TV ficcionais Kikio (MS), da diretora Andréa Freire e produtor Belchior Cabral; Machos (DF), da diretora Cibele Amaral e produtor Patrick de Jongh; e Presos que menstruam (DF), da diretora Lídia Oyo e produtor Cauê Brandão. As propostas foram selecionadas pela cineasta, produtora e curadora Flávia Cândida, pelo professor e pesquisador Rafael de Almeida e pelos produtores Fernanda De Capua e Rafael Sampaio, entre 30 inscritos (23 de longa-metragem e sete de séries televisivas; 21 do DF, sete de GO e 2 de MS). A escolha se deu a partir da qualidade técnica e artística, da factibilidade e da viabilidade de produção, do potencial e da originalidade da proposta, bem como do estágio de desenvolvimento e da qualidade dos materiais apresentados na inscrição.