Projetos premiados

PROJETO PREMIADO: Ao Sul do Sol (MS) – Documentário (longa-metragem)

SINOPSE

AO SUL DO SOL é um filme etno-poético sobre a híbrida identidade cultural de descendentes de Okinawa (ilha ao sul do Japão, na fronteira entre China e Coréia) e suas migrações e reinvenções em Mato Grosso do Sul, MS (estado no sul do Brasil, na fronteira entre Paraguai e Bolívia). Por meio de insólitas e singulares histórias de indivíduos ligados a tais entre-lugares, o filme é um ensaio entre migrações, origens, mitos e sincronicidades, rediscutindo a construção sociocultural das identidades.

Diretor: Rodolfo Ikeda

Rodolfo Ikeda roteirizou, dirigiu, produziu, escreveu e musicou diversas obras e atividades relacionadas diretamente à execução do projeto, com recursos públicos e privados,  como os curta-metragens Expressões (TV Brasil, 2006) e Eu, Que Não Existo (Project Direct – Youtube, 2007), e videoclipes musicais, como Carisma (ESPÍNDOLA; ALBERNAZ, 2008), Me Dá Um Minuto (ASSUMPÇÃO; ESPÍNDOLA, 2014) e That´s Gonna Be The Song Of The Revolution (RANALDO, 2016). Filmou, produziu e/ou prestou assistência em grandes e premiadas produções cinematográficas realizadas em Mato Grosso do Sul (MS), como os longa-metragens Olho Nu (PIZZINI, 2014), Cabeça à Prêmio (RICCA, 2009) e Terra Vermelha (BECHIS, 2008), além de curta-metragens como A Poeira (GODOY, 2008), A TV Está Ligada (RAFAEL, 2014) e Espero Que Esta Te Encontre (NEY, 2018). Foi Produtor, Curador, Participante e/ou Membro do Júri de/em diversos outros Festivais e Mostras, como o Festival de Cinema de Campo Grande (CineCultura), Festival de Bergamo (Itália), Mostra Entre Fronteiras (França), Festival América do Sul (BRASIL/BOLÍVIA), Festival de Inverno de Bonito (FCMS), Festival Universitário de Audiovisual – FUÁ (FCMS) e Festival Universitário Pipoca de Ouro (UCDB), de 2007 a 2009. Coordenou o MIS de MS de 2010 a 2014, onde produziu e coordenou os Planos Educativo, Expositivo, de Mostras e de Instalação e Modernização, contemplados com os Editais de Modernização de Museus do IBRAM /IPHAN em 2008 e 2009. Co-fundou e co-coordenou os Coletivos / Associações Culturais Bola 1, Bigorna, Associação Brasileira de Preservação Audiovisual (ABPA) e Coletivo Coletivo, onde co-produziu diversos projetos e obras audiovisuais e musicais, além de Mostras de Cinema e 04 edições do Fogo no Cerrado – Festival de Música Independente de MS, de 2008 a 2018. Criou e coordenou o Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais do MIS de MS / FCMS e a Film Commission de MS, de 2010 a 2014. Co-produziu e co-coordenou os Projetos MOVCINE 2018 – Curso de Extensão em Audiovisual (UFMS) e OfiCINE  – Oficinas de Audiovisual (SESC CULTURA MS), onde ministrou Oficinas Práticas de Direção e Produção Audiovisual – que tiveram como resultado a realização e o lançamento dos curta-metragens Narradores e Moradas, rediscutindo as culturas e as identidades sul-mato-grossenses e latino-americanas, de 2017 a 2018. Desde 2014, também é Membro do Grupo de Pesquisa em Cultura e Subalternidades (UFBA), Bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) e Vocalista e Guitarrista das bandas Karate Inferno e Cocho Elétrico. Atualmente, produz a série Multiplicidades, na TVE Cultura MS.

Produtor: Joel Pizzini

A Pólofilme (produtora sul-mato-grossense) fundada pelo cineasta Joel Pizzini associou-se ao escritor e produtor Ricardo Pieretti para desenvolver projetos audiovisuais no estado. Para TV, produziu a obra seriada O Menino Que Engoliu o Sol, para EBC, e a série musical Roda de Choro em parceria com o Canal Curta, além da série Fronteiras Fluídas exibida na TV Brasil e Canal Curta. Produziu 13 programas, 6 longas e 10 curtas com participação nos festivais de Berlim, Veneza, Oberhausen, Doc Lisboa, Havana, FIPA, a Pólofilme conquistou com os longas 500 Almas e Anabazys os prêmios de Melhor Filme, Som, Fotografia, Especial do Júri, Montagem, nos Festivais do Rio, Mar Del Plata, e Brasília, destaque para os curtas Mar de Fogo, selecionado para competição oficial da Berlinale e Elogio da Sombra para Oberhausen e Enigma de Um Dia na competição oficial de Veneza. Pelo longa Mr.Sganzerla – Os Signos da Luz, recebeu o prêmio de Melhor Documentário de Longa pelo Festival É Tudo Verdade e HBRFF em Los Angeles.

Ao Sul do Sol foi contemplado com dois prêmios:

Prêmio: Conformação, aplicação de letreiros e DCP.*

Oferecimento: MISTIKA

Prêmio: 36 horas de correção de cor. *

Oferecimento: DOT CINE

 

PROJETO PREMIADO: F de Fake (DF) – Documentário (série de tv)

SINOPSE

F de FAKE é uma série de documentários históricos sobre as mentiras que afetaram a História do Brasil. Apesar de parecer algo novo, essa é uma prática antiga. Desde as vésperas da proclamação da República, a disseminação de notícias falsas mobilizou grupos, destruiu biografias e influenciou a política do país. Com uma linguagem ácida (mas sempre cuidadosa com os fatos), propomos uma forma divertida de tratar esse urgente tema. Afinal, todos temos responsabilidade quando o assunto é fake news. Quem cria, quem compartilha e também quem não questiona o que lê, o que assiste, o que escuta.

Diretor: Gabriel F. Marinho

Gabriel F. Marinho estudou Cinema e Audiovisual na Universidade de Brasília e depois fez mestrado em História na Universidade Federal Fluminense. Atua profissionalmente na área de produção e criação de conteúdo desde 2007, principalmente com documentários e pesquisa de imagens de arquivo. Nesse período dirigiu dois filmes, sendo eles “Memórias finais da República de Fardas” (2008) e “O Prólogo” (2013). Juntos foram exibidos em festivais e mostras em diferentes países, entre eles, Festival de Cinema de Brasília, Festival de Cine Pernambuco – CinePE, Recine, Bogocine (Colômbia), Festival de Cinema de Havana (Cuba),Festival de Cinema latino-americano de Trieste (Itália), entre outros. Além disso, trabalhou como assistente de direção, pesquisador e roteirista com cineastas como René Sampaio e Vladimir Carvalho em séries para TV, curtas e longas-metragens. Por cinco anos, também atuou como produtor executivo de projetos para a TV Escola, onde coordenou o desenvolvimento de conteúdos de documentários, ficção e animação.

Produtora: Carolina Villalobos

Produtora cultural, com especialização em produção executiva e elaboração de projetos. É formada em Audiovisual pela Universidade de Brasília e desde 2007 se dedica à produção cinematográfica, tendo atuado como produtora em filmes de curta, média e longa-metragem e também em festivais de cinema, como o FICI – Festival Internacional de Cinema Infantil, o BIFF – Brasília International Film Festival e do FAM – Florianópolis Audiovisual Mercosul. Produziu os documentários “Memórias Finais da República de Fardas”, vencedor do prêmio Troféu Candango Marco Antônio Guimarães, no 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, e “O Prólogo” (2013, 94 min), vencedor do prêmio de melhor filme do Recine – Festival Internacional de Cinema de Arquivo, em 2013. Também produziu videoclipes e atuou como selecionadora da mostra de video clipes do FAM – Florianópolis Audiovisual Mercosul, em 2017 e 2018.

F de Fake foi contemplado com dois prêmios:

Prêmio: 4 horas de consultoria de produção Executiva.**

Oferecimento: C/AS4ATRO

Prêmio: Consultoria individualizada de pitching para o projeto vencedor, presencial ou por skype, direcionada de acordo com a necessidade do projeto (edital/encontro de co-produção/pitch forum)**

Oferecimento: VERMELHO FILMES

 

PROJETO PREMIADO: Kikio (MS) – Série de TV de Ficção (animação)

SINOPSE

Série de aventura em animação, inspirada na obra de Geraldo Espíndola e contos indígenas, retrata a vivência de irmãos gêmeos em transformação na infância, superando obstáculos com a ajuda de forças da natureza. TUPI e GUARANI cumprem as tarefas dadas pelo avô KIKIO que quer prepará-los para que se tornem líderes no futuro.  Diante de desafios, os irmãos se valem de um curioso amuleto presenteado pelo avô, que lhes dá poderes de se transformarem em animais, mas que só pode ser ativado quando estão juntos. Tendo a natureza seus mistérios e encantos como ambiente, as crianças são provocadas a superar as dificuldades e controlar suas emoções, alcançando o conhecimento de suas próprias fraquezas e potencialidades. A cooperação e os poderes mágicos do amuleto ajudarão nossos heróis a superar seus desafios.

Diretora: Andréa Escobar Freire

Atriz, diretora, professora teatral e produtora cultural com experiência em gestão pública e privada, elaboração, captação, planejamento, coordenação e execução de projetos culturais.   Atuou em dezenas de peças teatrais, dirigiu vinte e cinco espetáculos, infantis, juvenis e adultos; atuou em vídeos institucionais, publicitários, curtas e longas-metragens.  Idealizou, coordenou e/ou produziu mais de 50 projetos culturais nas áreas do teatro, dança, música, cinema e fotografia (1986 a 2020). Graduada em Interpretação Teatral pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uni-Rio – 1989) e pós-graduada em O Cômico e o Moderno pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ – 1992); Secretária- adjunta de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação do Governo de Mato Grosso do Sul (2015/ 2016); Presidente da Fundação de Cultura de MS e Presidente do Conselho Estadual de Política Cultural (2016); Parecerista do Fundo de Apoio a Cultura – FAC/DF (2014/2017/2019).  Diretora da Oficina de Criação Teatral/ Pontão de Cultura Guaikuru e da produtora Marruá Arte e Cultura Ltda.- Campo Grande/MS (1993 a 2014/ 2017 a 2020).

Produtor: Belchior Donizete Cabral

Sócio-diretor da Marruá Arte e Cultura (2016/ 2020), foi Analista de Projetos do FAC Goiás (2016/2019), roteirista da série Campo Grande na Tela (2018), Criador do projeto Amor Juvenil, Secretário de Cultura de Uruaçu-GO (2013/ 2014/2015), Consultor Pleno Parecerista do FAC Distrito Federal (2011/ 2012/ 2013); Diretor-geral do projeto Ava Marandu – os Guarani Convidam, Coprodutor do telefilme “Ava Marandu”, 52’30”, coordenador de oficinas de cinema realizadas em aldeias guarani (Campo Grande, Dourados, Caarapó, Amambai, Tacuru, 2010), Diretor do projeto de formação audiovisual “Mídias Contemporâneas Narrativas Populares” (Campo Grande 2010), Coordenador do projeto Vídeo Índio Brasil 2009; Assessor da Diretoria da ANCINE (Rio de Janeiro 2008); Proponente realizador do “Circuito Popular de Cinema” (20 cidades MS 2001); Coprodutor doc “Bernardo Sayão e o Caminho das Onças” (Rio de Janeiro 1997).

Kikio foi contemplado com um prêmio:

Prêmio: 4 horas de consultoria de produção Executiva.**

Oferecimento: C/AS4ATRO

 

PROJETO PREMIADO: Obazuka: a missão  (GO) – Documentário (longa-metragem)

SINOPSE

O projeto de longa-metragem documental “Obazuka a Missão” tem como protagonista Washington da Conceição ou Obazuka, como gosta de ser chamado, é catador de materiais recicláveis. Nascido em 1978, atualmente com 40 aos, Obazuka, recebeu esse ​apelido quando trabalhava na construção civil. Hoje, trabalha na reciclagem da sua irmã em Rio Claro, interior de São Paulo. Por limitações financeiras, Obazuka precisa morar no próprio local de trabalho, sua casa é nos fundos do galpão, entre as pilhas de materiais reciclaveis que recolhe. Apesar de ser insalubre o espaço se revela bastante lúdico, o galpão é coberto por dezenas de miniaturas de aeronaves que pendem do teto, todas construídas pelo próprio Obazuka com materiais que ele encontra no lixo, Obazuka, como a grande maioria dos brasileiros, não possui condições financeiras de realizar seus sonhos, mas pretende buscar meios para que suas três missões sejam realizadas: Ir para o Rio de Janeiro de bicicleta, disposto a encontrar Deborah Secco, mesmo não tendo nenhum contato estabelecido com ela; Ir até a Pedra Bonita da Gávea e conseguir um voo de aeroplanador; e assim como constrói suas maquetes de avião, construir um avião de forma experimental que irá permitir que ele realize seu sonho de voar. Partimos então da seguinte ideia: Existe limite para o sonho? Para Obazuka a resposta é não, e é nessa consciência que está a premissa do longa-metragem. Enquanto um cidadão comum naturalmente coloca limites em seus sonhos sonhos, os moldando muitas vezes de acordo com a sua condição social, Obazuka nos ensina que nada pode pagar um sonho. A nossa proposta é que a partir do micro, do universo particular d’Obazuka, nós façamos uma reflexão mais abrangente sobre a relação do ser humano com os sonhos, em como se dá esse cabo de guerra entre o desejo e a necessidade de algo e o que somos capaz de movimentar para atingir nossos objetivos, mesmo quando parecem improváveis. Voar é um sonho que permeia o imaginário coletivo do ser humano desde o início das civilizações. Com a evolução tecnológica já conseguimos até visitar a Lua. Marte parece ser o próximo destino, provavelmente ainda nas próximas décadas. Porém uma enorme lacuna social sempre distanciou Obazuka de seu sonho de voar. Qualquer pessoa com um pouco de privilégios e um cartão de créditos hoje em dia consegue comprar uma passagem de avião, mas Obazuka vive com um salário de 600 reais por mês.

Diretor: Kaco Olímpio

Kaco Olímpio é graduado em Comunicação Social com habilitação em Cinema e Audiovisual e Pós-graduado em Cinema e Audiovisual: Linguagens e Processos de Realização ambos pela Universidade Estadual de Goiás.  Trabalha desde de 2010 como assistente de câmera, função que exerce ainda hoje e que já possibilitou trabalhar por todo o Brasil em projetos variados, dentre eles sete longas-metragens, mais de 30 curtas, e vários videoclipes e filmes publicitários. Kaco trabalha como freelancer compondo equipes de fotografias – diretor de fotografia e assistente de câmera. Faz parte da produtora cultural Astronauta Pirata, desenvolvendo projetos próprios, como o curta-metragem “A Viagem de Ícaro” que concorreu ao 1º Turno do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, e foi premiado em festivais como o 10º Festin em Lisboa e 28º Festival Internacional de curtas metragens do Rio de Janeiro – Curta Cinema. Além de ter sido exibido em países com Espanha, Índia, Itália, Portugal, Bolívia, México e Uruguai. Atualmente é educador de audiovisual no IPEARTES – Instituto de pesquisa e extensão em arte, meio ambiente e tecnologias sustentáveis, vinculado a SEDUC Goiás na cidade de Alto Paraíso.

Produtora: Flávia Ferreira

Flávia Ferreira é graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela Universidade Federal de Goiás, atua na área de produção audiovisual desde 2013. Trabalha como assistente de direção e continuísta, já tendo trabalhado em cinco longas-metragens e em vários curtas. Foi professora tutora de audiovisual na Aldeia Ahia Kalapalo no Parque Nacional do Xingu, dentro do projeto Yamurikumã de mulheres xinguanas. Dirigiu e roteirizou em 2019 seu primeiro curta-metragem “O homem que não morava lá” que recebeu o prêmio de melhor direção no 14o Festival de Cinema e Vídeos do Sertões em Floriano no Piauí. Faz parte da produtora cultural Astronauta Pirata junto com Kaco Olimpio, onde produziu os curtas “A Viagem de Ícaro”; “Dôniara” e “O homem que não morava lá”.

Obazuka: a missão foi contemplado com um prêmio:

Prêmio: Consultoria a um projeto de longa-metragem pela direção do BrLab, de acordo com a necessidade do projeto**

Oferecimento: BRLAB

 

*Prêmios com validade de 4 anos;

**Prêmio com validade de 1 ano.