Goiânia é uma cidade hospitaleira, aberta para o convívio
com o visitante e disposta a compartilhar suas paisagens, seus sabores,
suas histórias. Quem anda pelas ruas dessa jovem capital percebe
uma vocação para o cultivo de jardins e praças, na
tentativa de recuperar uma atmosfera de convivência que esteve presente
desde a sua fundação por Pedro Ludovico Teixeira.
Goiânia surgiu no estilo art déco, na década de 1930.
Pouco desse patrimônio arquitetônico ficou preservado e pode
ser visto no Centro da Cidade, no entorno do Teatro Goiânia, o prédio
que hospeda a 7ª Goiânia Mostra Curtas. Uma caminhada pela parte
central da cidade revela não somente a identidade art déco
deste lugar, mas convida a um mergulho cultural enriquecido pela convivência
com artistas populares, comerciantes ambulantes de bugigangas chinesas e
baciadas de pequi (quando é tempo de pequi). Para estreitar laços
com a cidade e com o povo goiano também convém visitar no
Mercado Municipal (Rua 4 do Centro) a banca de fumo de rolo do Seu Afonso
e experimentar a cachaça do Bar do Jamil e as empadas do Seu Alberto
e Domingos.
A economia local gira em torno da prestação de serviços
com forte influência do agronegócio, baseado na pecuária
e no cultivo de soja, milho, arroz e, mais recentemente, no plantio da cana
de açúcar.
O turismo em Goiânia está prioritariamente focado em eventos.
Uma vez passando por Goiânia, é bom caminhar pela Avenida Goiás
e passar na Esfiha Quente e tomar uma creme misto (quase esquina com a Rua
4), visitar a Feira do Cerrado no Parque da Criança, onde se encontra
o artesanato com a cara do Brasil Central. Outras opções são
a Feira da Lua da Praça Tamandaré, no sábado à
tarde; a Feira Hippie, próxima à antiga Estação
Ferroviária (Estação Cultura) e a Feira da Praça
do Sol, as duas no domingo. Boa parte das tradições, ritos
e costumes do povo goiano também podem ser encontrados no Memorial
do Cerrado, aberto à visitação no Campus da Universidade
Católica (UCG).
Com os museus de arte em reforma e transição, vale a pena
a visita ao Museu Zoroastro Artiaga, na Praça Cívica, onde
está o acervo histórico de imagem e som do Estado. A herança
do povo indígena que habitou e habita a região encontra-se
disponível para a visitação no Museu Antropológico
da Universidade Federal de Goiás (UFG), na Praça Universitária,
que abriga um belo acervo de esculturas, em exibição ao ar
livre.
Uma diversidade de bares por toda a cidade instaura a cultura do “churrasquinho
de calçada”. O melhor bolinho de bacalhau está no Obelisque,
no Setor Coimbra.
A gastronomia goiana é derivada da cozinha de Minas Gerais, como
não poderia deixar de ser... afinal, grande parte do Estado foi desbravada
por mineiros destemidos. Quase invariavelmente, goianos têm bisavós
e avós mineiros.
Restaurantes com diferentes perfis atendem a públicos variados nos
Setores Oeste e Marista. Os pratos típicos estão no fogão
de lenha do Chão Nativo. Para comer carne: Lancaster Grill, Churrascaria
Montana ou Cateretê Restaurante. A comida árabe mais tradicional
da cidade fica na Avenida 83 do Setor Sul e a cozinha oriental também
está bem representada no tailandês Tao e o japonês Kampai.
Mais de 30 salas de cinema estão localizadas nos shopping centers
de Goiânia. Cinema de arte ou circuito alternativo só no Cine
Cultura e no Cine Lumière do Shopping Bougaiville.
Descubra mais sobre Goiânia: www.goiania.go.br
.